A portaria é a primeira etapa do ciclo logístico e a que mais gera erro de registro. Uma placa digitada errado quebra a rastreabilidade de toda a operação daquele caminhão.
O apontamento manual
- Depende de atenção humana em todos os turnos, inclusive de madrugada.
- Gera fila na cancela enquanto a placa é anotada e conferida.
- Produz registros sem foto, difíceis de auditar.
A leitura automática (LPR)
- Câmeras dedicadas leem placas Brasil e Mercosul, de dia e de noite.
- A placa é cruzada com o agendamento e o acesso é liberado sem parar o caminhão.
- Cada passagem gera foto e horário, e o dado alimenta os indicadores de pátio e doca.
Nas operações com o SAV, a leitura de placas reduziu em 22% o tempo de liberação de veículos.
Quando a leitura automática faz mais diferença
Plantas com mais de algumas dezenas de caminhões por dia, operação noturna, ou necessidade de medir estadia são as que mais ganham. Para elas, a placa lida automaticamente é o primeiro elo de um registro contínuo, que segue até a doca e a saída.
